Hidrogênio verde e a segurança Ex: como adequar instalações elétricas para o Grupo IIC

O Brasil se posiciona para ser o maior exportador de Hidrogênio Verde (H2V) do mundo até 2030. No entanto, a transição para essa matriz energética traz um desafio crítico de engenharia: o hidrogênio é um dos gases mais instáveis e perigosos do setor industrial.

O desafio do Grupo IIC e a classificação de áreas Diferente do metano (Grupo IIA) ou etileno (Grupo IIB), o hidrogênio pertence ao Grupo IIC. Isso significa que ele possui uma energia mínima de ignição (MIE) extremamente baixa e uma alta velocidade de propagação de chama. Para a Melfex, fabricar equipamentos para este setor exige um rigor superior na usinagem de juntas de chama e na escolha de materiais que evitem a fragilização por hidrogênio.

Principais requisitos para equipamentos em plantas de H2V:

  • Certificação Ex d (à prova de explosão): Invólucros que contêm explosões internas, evitando a ignição da atmosfera externa rica em H2 por valor ou chamas.
  • Gestão de pressão: o hidrogênio é armazenado sob pressões elevadíssimas. Conexões e unidades seladoras devem garantir estanqueidade total para evitar o acúmulo de gás em eletrodutos.
  • Segurança intrínseca (Ex i): ideal para instrumentação e sensores, limitando a energia elétrica a níveis incapazes de causar ignição.

A Melfex oferece consultoria e equipamentos certificados que garantem que a inovação do H2V não seja comprometida por riscos operacionais evitáveis.

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